Science on Stage Portugal

Sobre o Science on Stage Portugal

O Science on Stage oferece aos professores europeus a oportunidade de partilharem métodos e materiais de ensino inovadores e de qualidade. Destina-se a professores de STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) das escolas do ensino básico e secundário da Europa. O projeto, tendo por base conteúdos e formatos presentes nos programas das escolas europeias, procura melhorar a qualidade do ensino e encontrar novas formas de estimular crianças e estudantes a desenvolverem interesse pelas ciências.

O ensino inovador e inspirador das ciências é visto como um elemento-chave para atrair os jovens para lidarem com questões científicas, quer escolham ou não uma carreira profissional nessas áreas. Assim, o Science on Stage visa estimular o interesse dos jovens através dos seus professores, que desempenham um papel fundamental para reverter a tendência atual de queda do interesse pelas matérias das ciências e da investigação científica.

O Science on Stage pretende facilitar o intercâmbio de boas práticas e ideias inovadoras entre professores de STEM da Europa e fornecer uma plataforma ampla de debate entre educadores, administradores e políticos sobre os principais problemas que atualmente existem nestas áreas de ensino. O objetivo é fortalecer a consciencialização e o interesse dos jovens pela ciência e tecnologia, tornando as aulas mais atrativas, abordando os temas de forma mais interessante.

De 2000 a 2008, os Festivais Science on Stage foram apoiados pelo EIROforum (parceria de organizações intergovernamentais de investigação) e pela Comissão Europeia. Os países participantes declararam a sua vontade de continuar as atividades na Declaração de Berlim de 2008 e fizeram-no sob a orientação do Science on Stage Alemanha. Em novembro de 2011, os representantes dos países participantes fundaram a associação sem fins lucrativos Science on Stage Europe, que está registada em Berlim e é reconhecida pela lei alemã.

O programa português do Science on Stage foi coordenado pela Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica. Desde 2013 até ao presente, encontra-se representado em Portugal numa colaboração entre o NUCLIO – Núcleo Interativo de Astronomia e o Planetário Calouste Gulbenkian – Centro de Ciência Viva.